Serviços | Laboratório Clínico

No Centro de Hematologia de São Paulo, a constante preocupação com a qualidade, se faz presente por meio do contínuo investimento em pessoas e tecnologia, buscando sempre a obtenção de diagnósticos precisos e mais rápidos.
Mensalmente o Centro de Hematologia de São Paulo processa mais de 10 mil exames. Aqui seu exame é processado em equipamentos de última geração, operados por profissionais treinados e capacitados, o que garante total segurança e tranqüilidade.

Saiba mais sobre o Laboratório Clínico

01 • É necessário jejum para colher exames?

O jejum somente é necessário para a coleta de material destinado a realização de glicemia, colesterol, triglicérides e raros testes sorológicos, como por exemplo, sorologia para chagas. 

02 • O medicamento que estou tomando pode interferir nos meus exames?

Depende dos exames e dos medicamentos. Veja alguns exemplos de medicamentos que podem interferir nos resultados de seus exames laboratoriais:

  • Antibióticos e Antiinflamatórios: podem interferir no Coagulograma;
  • ASPIRINA (Ácido Acetil Salisílico): pode Interferir no coagulograma e na dosagem do T4;
  • Novalgina e Vitamina C: podem interferir na dosagem de creatinina;
  • Vitamina E: pode interferir na agregação plaquetária;

Vários outros medicamentos podem interferir no resultado de exames laboratoriais, portanto,

não interrompa o uso da medicação, porém não deixe de informar corretamente aos nossos atendentes, o nome dos medicamentos que estiver utilizando.

03 • O cigarro interfere nos exames laboratoriais?

Pode interferir, por exemplo no teste de agregação plaquetária e na curva glicemica.    

04 • A menstruação interfere nos resultados dos exames laboratoriais?

 Pode interferir no exame parcial de urina, sendo importante informar, quando for realizar dosagem hormonal.

05 • O exercício físico interfere nos resultados dos exames laboratoriais?

Pode interferir na dosagem da glicose (glicemia de jejum), no Fator VIII e no Coagulograma.

06 • A bebida alcoólica interfere nos resultados dos exames laboratoriais?

Pode interferir, principalmente na dosagem dos triglicerídeos, e dosagem do colesterol.

07 • Estando em jejum posso beber água?

Sim, a água não interfere no jejum.

08 • Estando em jejum posso colher exame à tarde?

Sim, a depender do exame e da metodologia utilizada, no entanto, alguns exames não devem ser colhidos no período da tarde, como por exemplo ACTH, cortisol e ferro sérico. 

09 • Sempre que colho exames fica roxo no local da coleta, por que?

As principais causas para a ocorrência de hematomas podem ser veias finas, com muita pressão, falta de boa compressão após a coleta e uso de alguns medicamentos, tais como aspirina e anticoagulantes. 

10 • Como devo levar as fezes para serem examinadas?

O material deve ser entregue no CHSP acondicionado em Coletor para Material Biológico (Urina/Parasito), até 8 horas após a coleta, desde que mantido em ambiente refrigerado. 

11 • Para o exame de urina, deve ser sempre coletada a primeira urina da manhã?

Não obrigatoriamente, seu médico deve determinar a necessidade de ser ou não coletada a primeira urina da manhã. 

12 • Exames Disponíveis 24 horas por dia

Contagem de Plaquetas, Agregação Plaquetária, Tempo de Sangramento – TS (técnica de Duke), Tempo de coagulação – TC, Tempo de Protrombina – TP, Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado – TTPA, Tempo de Trombina – TT, Tempo de Recalcificação do Plasma, Retração do Coágulo, Dosagem de Fibrinogênio e Homocisteína. 

13 • Exames Disponíveis no Período Diurno

Dosagem dos Fatores* I, V, VII, VIII, IX, X, XI e XII, Pesquisa do Fator XIII, Fator V de Leidem*, Dosagem de Proteína C – S e Antitrombina III, Pesquisa de Inibidores, Pesquisa de Anticoagulante Circulante, Pesquisa de Anticoagulante Tipo Lúpico, Pesquisa de Anticorpo Anticardiolipina*, Resistência à proteína C Ativada*, Pesquisa da Mutação 20210 do gen da Protrombina*.
* Tempo de liberação dos resultados conforme agendamento. 

Saiba mais sobre o Hemograma *

01 • Interpretação do Hemograma

O hemograma é o exame laboratorial mais simples e importante para se estudar as células hematológicas do sangue periférico: os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. Para uma correta interpretação do hemograma é necessário conhecer seus valores normais, suas variações fisiológicas, raciais e individuais; além do conhecimento da função das células hematológicas do sangue. 

02 • Série Vermelha

O glóbulo Vermelho (eritrócito ou hemácea), através da hemoglobina, tem como função vital transportar oxigênio para os tecidos. Qualquer alteração clínica ou cirúrgica, que leve a uma diminuição na contagem total dos eritrócitos e/ou dos níveis de hemoglobina (ou hematócrito), se interpreta como anemia. Numa investigação para a etiologia da anemia são necessários dados clínico e exames laboratoriais complementares, para conclusão diagnóstica.

Os índices hematimétricos (VCM, HCM, CHCM e RDW) são úteis, principalmente, para diferenciar as Anemias Microcíticas (anemia ferropriva, intoxicação pelo chumbo, talassemias, deficiência de vitamina B6), Anemias Macrocíticas (anemia megaloblástica- def. de vit. B12 e/ou ácido fólico, Mielodisplasia) e Anemias Normocíticas (anemia por doença crônica, como secundária a insuficiência renal, hipotireoidismo e artrite reumatóide).

Pacientes com contagem de glóbulos vermelhos aumentada, níveis aumentados de hemoglobina ou hematócrito, são classificados como portadores de POLIGLOBULIA. Várias situações podem levar ao aumento da massa eritrocitária, estados de hipoxemia crônica como doença pulmonar obstrutiva crônica, tabagismo, locais com baixas tensões de oxigênio, hemoglobinas anormais e secundária a medicamentos (como diuréticos e corticoesteróides). Outras raras situações são: doenças primárias da medula óssea como Policitemia Vera e neoplasias renal e hepática. 

03 • Série Branca

Os glóbulos brancos (leucócitos) são separados em Fagócitos e Imunócitos, de acordo com as características funcionais das células sanguíneas. Constituem os fagócitos, as células granulocíticas e monócitos macrófagos e os imunócitos as diversas subpopulações linfocitárias e plasmócitos.

As células granulocíticas são originárias dos mieloblastos ou mielomonoblastos da medula óssea. O processo de diferenciação origina células morfológicas e funcionalmente diversas; os granulócitos (neutrófilos, eosinófilos e basófilos), e os monócitos.

Os imunócitos, linfócitos e plasmócitos, são células ligadas à resposta imunológica. Originárias da medula óssea e sistema linfático, a grande maioria sofre influência do timo, constituindo os linfócitos T, responsáveis pela resposta imunológica primária, ou imunidade tecidual (celular). Uma parcela menor é constituída pelos linfócitos B responsáveis pela Imunidade humoral, ou seja, produção de imunoglobulinas (anticorpos). O plasmócito é originário da diferenciação do linfócito B.

Na série leucocitária, o hemograma, apoiado em dados clínicos, é importante para avaliação laboratorial das alterações a que foram submetidos os mecanismos de defesa do organismo. Infecção bacteriana: as alterações no hemograma dependem da localização, intensidade e extenção do quadro infeccioso, além do agente etiológico, pode-se encontrar desde um leucograma normal, até leucocitose com neutrofilia, desvio à esquerda e alterações toxidegenerativas dos neutrófilos. Nas infecções localizadas, abcessos cutâneos ou ganglionares, geralmente ocorrem leucocitoses leves (8.000-12.000) com neutrofilia (60-70%) e leves desvios nucleares á esquerda (8-12%), com presença de raras granulações tóxicas. Nas grandes infecções, que atingem órgãos inteiros, as leucocitoses são acentuadas com importante desvio á esquerda, e é freqüente a presença de células imaturas. Nestes casos o agente infeccioso produz toxinas e promove intensa mobilização leucocitária, podendo ocorrer leucopenias periféricas com acentuado desvio à esquerda.

Infecção Viral: as viroses, na maioria das vezes, apresentam-se na fase inicial sem leucocitose, ou neutrofilia, e com desvio a esquerda desde discreto até acentuado. Posteriormente, pode ocorrer leve leucopenia com neutropenia, desvio a esquerda, linfocitose e presença de linfócitos atípicos e plasmócitos.

Na Mononucleose Infecciosa (Vírus de Epstein-Barr), o hemograma é normal na fase inicial, seguido por leve leucocitose (10.000-15.000) e neutrofilia discreta, que será progressivamente substituída por linfocitose e após 4 a 5dias, aparecem os linfócicos atípicos característicos e freqüentemente monocitose. Na doença Citomegálica (Citomegalovírus), o quadro clínico pode ser similar a Mononucleose; o hemograma é normal ou com pouca leucopenia e após 7 a 10 dias aparece à leucocitose e linfocitose com vários linfócitos atípicos.

Nos itens seguintes, será citado um resumo das várias ALTERAÇÕES NO LEUCOGRAMA, em decorrência do agente etiológico. 

03a • Causas de Leucocitose (neutrofilia)

  • Infecções agudas causadas por cocus (estafilococos, estreptococos, pneumococos, gonococo, meningococo) e por alguns bacilos (E. coli, pseudomonas aeruginosa, C. difteriae, P.tularensis), fungos (actomyces), vírus (raiva, poliomielite, herpes zoster), riquétsia (tifo).
  • Doença Tromboembólica
  • Secundária a hemorragias agudas, principalmente quando ocorre no peritônio, pleura ou articulações.
  • Em pós-operatório, por provável dano tecidual extenso e liberação de citoquinas.
  • Nas neoplasias, mais comum em quadros agressivos.
  • Distúrbios metabólicos: uremia, cetoacidose diabética, eclampsia e gota. Hiperuricemia.
  • Quadros hemolíticos agudos severos.
  • Nos quadros agudos de Toxoplasmose, com comprometimento orgânico severo.
  • Na Fase aguda da tuberculose, com formação de infiltrado inflamatório.
  • Tratamento inicial com corticoesteróides.
  • Secundária a hipoxemia crônica causada pelo tabagismo (acompanha poliglobulia).
  • Intoxicação por substâncias químicas tóxicas-chumbo, mercúrio ou por drogas-digitálicos.

03b • Causas de Leucopenia

  • Causas Genéticas: atualmente já foram identificadas várias alterações genéticas que produzem leucopenias benignas predominantemente em algumas raças.
  • Infecções bacterianas (ex.: febre tifóide); virais (ex.: influenza, sarampo, rubeola, hepatite infecciosa, toxoplasmose) e por protozoários (ex.: malária, calazar)
  • Superinfecções-tuberculose miliar, septicemia.
  • Doenças imunológicas-colagenoses (LES).
  • Doenças Hematológicas: anemia aplástica, leucemias aguda, agranulocitose, anemia perniciosa, anemia ferropriva e por envolvimento do Baço, doença de Gaucher.
  • Quimioterápicos e imunomoduladores-interferon alfa e talidomida.
  • Sequestro esplênico – esplenomegalias secundária a hepatopatias crônicas (cirrose por álcool ou Hepatite pelo vírus B e C) e secundária a doenças hematológicas.

03c • Causas de Eosinofilia

  • Alergias: asma brônquica e urticárias.
  • Parasitoses: As parasitoses intestinais provocam alterações hematológigas decorrentes de processo inflamatório no local parasitado geralmente discreto. Freqüentemente a eosinofilia ocorre por reação de hipersensibilidade a proteína parasitada. A amebíase pode provocar leucocitoses leves com neutrofilia. A giardíase não provoca alterações significativas.O A ancilostomíase, ascaridíase e estrongiloidíase provocam eosinofilias importantes, principalmente quando invadem tecidos, como exemplo o ascaris lumbricoides durante a fase pulmonar.
  • Doenças da pele: pênfigo, dermatite herpetiforme.
  • Outras: sarcoidose, poliarterite nodosa, após irradiação para tratamento de neoplasias.

03d • Causas de Linfocitose

  • Infecções agudas: Mononucleose infecciosa, citomegalovirose (CMV), doenças exantemáticas-sarampo, rubéola; e caxumba, coqueluche.
  • Infecções crônicas: tuberculose, sífilis congênita e secundária.
  • Doença hematológica: leucemia linfátiaca crônica/ linfomas de baixo grau.
  • Crise tireotóxica

03e • Causas de Linfocitopenia

  • AIDS, deficiêcia imunológica congênita.
  • Colagenoses, Síndrome de Cushing.
  • Corticoesteróides em altas doses e outras drogas imunossupressoras.
  • Doença hematológica-Linfoma disseminado.

03f • Causas de Monocitoses

  • Algumas infecções bacterianas: endocardite subaguda, brucelose, tuberculose.
  • Infecções por protozoários: malária, calazar, tripanossoma.
  • Doenças hematológicas: doença de gaucher, linfoma de hodgkin, leucemia monocítica.

Saiba mais sobre Plaquetopenia

01 • Plaquetas

As plaquetas são as menores células que circulam no sangue, e fazem parte da coagulação sanguínea. Elas formam “rolhas” que funcionam como um tampão para estancar um sangramento. Os valores normais de plaquetas na maioria dos laboratórios variam de 140.000 a 400.000/mm3. 

02 • Causas de plaquetopenia (trombocitopenia)

• Falta de produção:
Deficiência da medula óssea: A diminuição na produção das plaquetas pode ser secundária a infiltração medular por células de leucemia, linfoma ou tumores de origem não hematológica, ou ainda por células de depósito como na doença de Gaucher ( doença hereditária). A medula pode sofrer agressão por agentes tóxicos, quimioterápicos, por radioterapia ou por aplasia medular ( ausência de produção de células). A deficiência de Vitamina B 12 na anemia megaloblástica, causa além de intensa anemia, leucopenia e plaquetopenia.
• Aumento da destruição:
Mecanismo não Imunológico: Alteração na coagulação – Coagulação Intravascular Disseminada (CIVD), Púrpura Trombocitopênica Trombótica (PTT), Síndrome Hemolítico-Urêmico (SHU), Vasculites e causa mecânica como na circulação extra corpórea, em cirurgias cardíacas.
Mecanismo Imunológico: As causas auto- imunes da trombocitopenia incluem a púrpura trombocitopênica imunológica ou idiopática – PTI, o lupus eritematoso sistêmico, doenças linfoproliferativas e infecções virais ,como o HIV e o vírus da hepatite C. Alo-anticorpos também podem causar a plaquetopenia neonatal e a púrpura pós transfusional. Várias drogas (medicamentos), podem causar trombocitopenia por diferentes mecanismos.
• Outras causas:
A trombocitopenia pode ser secundária a transfusão maciça e secundária a sequestro esplênico por hiperesplenismo (aumento do baço).
É importante saber:
Pseudotrombocitopenia (falsa plaquetopenia): Pode ser ocasionada pelo EDTA, o anticoagulante usado na coleta da amostra. Nesses casos é importante a análise morfológica da lâmina sem anticoagulante.
Faixa da normalidade: Valores entre 120.000 a 150.000/mm3, ainda podem ser considerados como normais. 

03 • Sintomas

Os principais sintomas desencadeados pela plaquetopenia, são as manifestações hemorrágicas, os sangramentos, principalmente em mucosas e em pele, como manchas roxas com ou sem trauma, sangramento pelo nariz e gengiva. Pode ocorrer sangramento de órgãos internos.
Na maioria dos casos somente ocorrerá sangramentos espontâneos quando a contagem de plaquetas for inferior a 20.000/mm3. 

04 • Diagnóstico

É feito pela contagem de plaquetas e pela confirmação e verificação em lâmina pois a morfologia das plaquetas pode ser útil para diagnóstico de algumas patologias do sangue. Pode ser necessário a realização de mielograma (exame que estuda as células da medula óssea). 

05 • Prevenção

Na maioria dos casos não existe nenhuma medida preventiva. Nos casos de suspeita de plaquetopenia ,deve-se evitar o uso de medicamentos que contenham acido acetil salicilico – AAS , por causar alteração na agregação das plaquetas. 

06 • Tratamento

Depende da causa da plaquetopenia. Só o hematologista poderá indicar o tratamento, após investigação completa de cada caso. 

Saiba mais sobre Coagulação

01 • O que são os exames de coagulação? O que eles avaliam?

Os exames de Coagulação são testes realizados no Laboratório Clínico por meio de coleta do sangue, tendo por objetivo a avaliação da Hemostasia. Hemostasia significa a capacidade de coibir um sangramento. Compreende vários mecanismos que o organismo realiza para interromper um sangramento, que pode ser provocado por ferimento ou quaisquer outras lesões dos vasos sangüíneos.

Estão envolvidos na Hemostasia vários sistemas, ou seja, hemodinâmico, vascular, plaquetário, coagulação, fibrinólise e inibidores. O funcionamento desses sistemas tem como finalidade manter o sangue circulante, na forma fluída, e, quando houver lesão ou extravasamento, estancar o sangramento, propiciando que o sangue tome uma forma gelatinosa gelatinosa (coágulo).

O desequilíbrio desses sistemas, provocado por lesões externas, doenças congênitas, doenças adquiridas ou ainda em conseqüência a outras patologias, ocasionam as Doenças Hemorrágicas, quando falham os mecanismos pró-coagulantes, e as Doenças Trombóticas, quando falham os elementos responsáveis pela inibição e neutralização. O diagnóstico de tais doenças é confirmada através dos exames de Coagulação.

02 • Quais as indicações para a realização desses exames?

Pacientes que serão submetidos a procedimentos cirúrgicos, devem realizar exames pré– operatórios, que incluem os exames de coagulação (Coagulograma completo); Investigação Laboratorial de pacientes que apresentam sangramento ou trombose, seja por causas adqui- ridas ou congênitas; Monitorização de pacientes que usam Antiocoagulantes tais como: Ácido Acetil Salicílico, Heparina ou Anticoagulante Oral. 

03 • Quais os cuidados necessários para a coleta dos materiais?

Para a coleta de material, a ser utilizado para realização dos exames de Coagulação, não é necessário o jejum, porém, é muito importante informar ao laboratório a utilização de medicações, uma vez que várias drogas podem interferir nos resultados dos testes de coagulação. Assim como todos os exames de sangue, o procedimento de coleta da amostra, deve ser criterioso, uma vez que muitos resultados alterados nos exames de coagulação, surgem em decorrência de coletas inadequadas. 

04 • Como o exame é processado?

Após a coleta do sangue, a amostra é armazenada em um ou mais tubos estéreis, que contém um anticoagulante chamado citrato de sódio. Este material é centrifugado e o plasma separado. No plasma estão os fatores de Coagulação, que terão suas funções testadas. Muitas vezes uma pequena amostra deste material é congelada, para que sejam realizados futuros estudos. 

05 • O papel do médico e a importância dos recursos tecnológicos nos exames.

O papel do médico é fundamental na solicitação desses exames, pois através da história clínica e do exame físico, serão formuladas as hipóteses diagnósticas, sendo que os resultados dos exames serão muito importantes para a conclusão de um diagnóstico correto. Atualmente, além dos exames convencionais da Coagulação, técnicas especiais utilizando metodologia por Biologia Molecular, estão disponíveis para o diagnóstico de doenças hemorrágicas e trombóticas. 

* Biliografia sobre Hemograma:
1. Bertina R, Koeleman BPC, Koster T, et al. Mutation in blood coagulation Factor V associated with resistance to activated Protein C. Nature 1994; 369: 64-7.
2. Dacie and Lewis. Practical Haematology. 9oed.Chuchill Livingstone; 2001. p.8-18, 339-413.
3. Rosenfeld,L.G.M. Alterações Hematológicas nas Moléstias Infecciosas e Parasitárias. Doenças Infecciosas e Parasitárias. 121- p. 1163-69.
4. Kyle RA, Gertz MA. Primary systemic amyloidosis: clinical and laboratory features in 476 cases. Semin Hematol 32 : 45-59, 1995.
5. Zago MA, Falcão RP, Pasquini R et al. Hematologia: fundamentos e prática. São Paulo: Editora Ateneu; 2001. p. 599-645. 6. Guimarães RX, Guerra CCC et al. Clínica e Laboratório. Sarvier 4a ed.,1990. p.273-315.
7. Prado FC, Ramos J, Valle JR et al. Atualização terapêutica: manual prático de diagnóstico e tratamento. Artes Médicas 19a ed., 1999. p.486-492.
8. Wintrobe,MM et al. Clinical Hematology. LWW 10a ed, 1998. p.145-168, 300-614, 2447-2571, 2612-2724.
9. Handin R.I., Lux S.E., Stossel T.P. Blood Principles and Practice of Hematology. 2Oed. philadelphia:WW Lippincott; 2003. p.  455-530.